Vejo o nada ouço as pessoas imóveis
Esperando que algo as movimente
Disfarçando para não serem surpreendidas
Por seus pensamentos insanos
Não se movem
Pois temem o silêncio
Podem ouvir sua voz sufocada
Pela falta de coragem
Ou excesso de medo
Um lamento quase mudo
Gritando com o que pode
E não pode nada... nada lhe é permitido
Mas também vejo a esperança
Nessas mesmas faces mortas
Vejo a luta pela liberdade
Através de olhares tristes
Mirando o longe... tentando escapar
A liberdade está perto... muito perto
É só voltar os olhos a si mesmo
Encontrar o que foi ignorado
Por não ser visto
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