terça-feira, 1 de novembro de 2011

De vez em quando
A esperança foge de mim
Então corro tanto
Com o amor que não tem fim

Até alcançá-la já cansada
Perdida em sonhos sem sentido
Quase derrotada
Com o espírito combalido

Não a deixo esmorecer
Por mais que tente se entregar
À derrota por não conhecer
Aquilo que só pode almejar

Mesmo se o chão não existir
Mostrando um caminho medonho
Estar vivo é não desistir
Buscar a realidade no sonho

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