Pois amar não é gostar
É uma explosão de euforia
Amar é perder a calma dos sentidos
Que enlouquecidos desatinam a percepção
Amar é confusão
Amar é não ter medo da solidão
Se entregar, desconectar do chão
Amar é vencer a razão
Não importa para onde olhar
Enxergando ou não
A alma dominada pela doce emoção
Da sensação, enebriada com a comoção
Do que só existe na visão
Dos olhos de amar
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Certeza
Pela clareza do caminho
Não sou eu que o faço, sou tomado
Navego em seus braços
Envolventes, a ponto,
De ser sufocado
Não há respostas certas… erradas...
… não há perguntas… só caminhar
E sem parar, a todo momento
Me acompanha a emoção
Já me basta, viver assim
A cada passo
E em meu peito não há de faltar
Nem em um fragmento de ar
O suspiro do amor
sábado, 21 de julho de 2012
Aos amigos
Quem tem amigos, como eu tenho,
Mesmo os muito distantes
Conta com o privilégio e o orgulho
De viver cercado por pessoas
Que fazem valer a pena passar pela vida
E seguir em frente
Quem tem amigos, como eu tenho
Nunca se sente só, nunca fraqueja
Apesar dos percalços que o destino nos prega
Quem tem amigos, como eu tenho
Possui a alegria presente em tudo que faz
Os amigos são nosso maior bem
Nossa risada nos momentos de descontração
Nosso suporte nos momentos em que falta o chão
A riqueza que não se compra
A beleza que não se mede
A poesia que não se escreve
Mesmo os muito distantes
Conta com o privilégio e o orgulho
De viver cercado por pessoas
Que fazem valer a pena passar pela vida
E seguir em frente
Quem tem amigos, como eu tenho
Nunca se sente só, nunca fraqueja
Apesar dos percalços que o destino nos prega
Quem tem amigos, como eu tenho
Possui a alegria presente em tudo que faz
Os amigos são nosso maior bem
Nossa risada nos momentos de descontração
Nosso suporte nos momentos em que falta o chão
A riqueza que não se compra
A beleza que não se mede
A poesia que não se escreve
terça-feira, 17 de julho de 2012
Suspiros
E aquele sonho que não deu certo
Por onde anda...
Será que o perdi
Pois um sonho não morre
Ou ainda está latente
Com a preguiça de quem dorme
Esperando o tempo certo
Tempo que se foi
E os outros todos
Foram para onde
Dissiparam-se como uma lembrança
Tão distante que não existe
Sonhos não acabam, transformam-se
Em pesados fardos que carregamos
Ou belas memórias que nos encantam
A cada suspiro profundo da alma
Por onde anda...
Será que o perdi
Pois um sonho não morre
Ou ainda está latente
Com a preguiça de quem dorme
Esperando o tempo certo
Tempo que se foi
E os outros todos
Foram para onde
Dissiparam-se como uma lembrança
Tão distante que não existe
Sonhos não acabam, transformam-se
Em pesados fardos que carregamos
Ou belas memórias que nos encantam
A cada suspiro profundo da alma
domingo, 15 de julho de 2012
Estrelas
Olhei para o céu, muito cedo
Vi três estrelas
Me roubaram um segredo
Apesar de apenas... centelhas
Com sua atração
Desviaram meu olhar
O brilho que emitem não permite
Que eu consiga me concentrar
Dissipam minha mente
Em hipóteses tão variáveis
Quanto as distâncias inimagináveis
Que sua luz percorre
E com a mesma velocidade
Meu pensamento se transforma
Misturando sonho e realidade
Até meu universo deforma
Vi três estrelas
Me roubaram um segredo
Apesar de apenas... centelhas
Com sua atração
Desviaram meu olhar
O brilho que emitem não permite
Que eu consiga me concentrar
Dissipam minha mente
Em hipóteses tão variáveis
Quanto as distâncias inimagináveis
Que sua luz percorre
E com a mesma velocidade
Meu pensamento se transforma
Misturando sonho e realidade
Até meu universo deforma
domingo, 1 de julho de 2012
Derradeiro
Tento morrer a cada dia
Daquilo que não quero ser
Expulso o desejo e a euforia
Aquela que me faz sofrer
Minha respiração ofegante
Sufoca meus medos profundos
Mas não impede que eu fique diante
De tudo o que me inflige o mundo
E o discernimento
Atordoado busca abrigo
Afasta-se nesse momento
Me expondo ao perigo
Mas se morro, também renasço
Fazendo de cada dia o primeiro
E a cada dia que passo
Passo sofrido... derradeiro
Daquilo que não quero ser
Expulso o desejo e a euforia
Aquela que me faz sofrer
Minha respiração ofegante
Sufoca meus medos profundos
Mas não impede que eu fique diante
De tudo o que me inflige o mundo
E o discernimento
Atordoado busca abrigo
Afasta-se nesse momento
Me expondo ao perigo
Mas se morro, também renasço
Fazendo de cada dia o primeiro
E a cada dia que passo
Passo sofrido... derradeiro
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