Acordei com uma vontade enorme
Vontade de não dormir
Nem sei como controlar
Essa sensação que me faz ruir
Sinto-me tão... pouco
Para o que quero ser
Como se ficasse rouco
Com tanto para dizer
As emoções posso vê-las
Não as consigo segurar
Tanto tempo para entendê-las
E me transformar
Tudo bem que sua passagem
Já me faz enxergar divergente
Aquela mesma imagem
De ontem... hoje... diferente
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Vejo o nada ouço as pessoas imóveis
Esperando que algo as movimente
Disfarçando para não serem surpreendidas
Por seus pensamentos insanos
Não se movem
Pois temem o silêncio
Podem ouvir sua voz sufocada
Pela falta de coragem
Ou excesso de medo
Um lamento quase mudo
Gritando com o que pode
E não pode nada... nada lhe é permitido
Mas também vejo a esperança
Nessas mesmas faces mortas
Vejo a luta pela liberdade
Através de olhares tristes
Mirando o longe... tentando escapar
A liberdade está perto... muito perto
É só voltar os olhos a si mesmo
Encontrar o que foi ignorado
Por não ser visto
Esperando que algo as movimente
Disfarçando para não serem surpreendidas
Por seus pensamentos insanos
Não se movem
Pois temem o silêncio
Podem ouvir sua voz sufocada
Pela falta de coragem
Ou excesso de medo
Um lamento quase mudo
Gritando com o que pode
E não pode nada... nada lhe é permitido
Mas também vejo a esperança
Nessas mesmas faces mortas
Vejo a luta pela liberdade
Através de olhares tristes
Mirando o longe... tentando escapar
A liberdade está perto... muito perto
É só voltar os olhos a si mesmo
Encontrar o que foi ignorado
Por não ser visto
terça-feira, 1 de novembro de 2011
De vez em quando
A esperança foge de mim
Então corro tanto
Com o amor que não tem fim
Até alcançá-la já cansada
Perdida em sonhos sem sentido
Quase derrotada
Com o espírito combalido
Não a deixo esmorecer
Por mais que tente se entregar
À derrota por não conhecer
Aquilo que só pode almejar
Mesmo se o chão não existir
Mostrando um caminho medonho
Estar vivo é não desistir
Buscar a realidade no sonho
A esperança foge de mim
Então corro tanto
Com o amor que não tem fim
Até alcançá-la já cansada
Perdida em sonhos sem sentido
Quase derrotada
Com o espírito combalido
Não a deixo esmorecer
Por mais que tente se entregar
À derrota por não conhecer
Aquilo que só pode almejar
Mesmo se o chão não existir
Mostrando um caminho medonho
Estar vivo é não desistir
Buscar a realidade no sonho
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