Tenho muitos medos
Convivem comigo
Me lembram desde cedo
Que caminhamos juntos
Tenho medo de não sonhar
Tenho medo de não arriscar
Tenho medo de não pensar
Tenho medo de não perdoar
Tenho medo de não viver
Tenho medo de não me apaixonar
Tenho medo de não aprender
Tenho medo de não perguntar
Tenho medo de não sofrer
Tenho medo de não errar
Tenho medo de não correr
Tenho medo de não me emocionar
Tenho medo de não sorrir
Tenho medo de não chorar
Tenho medo de não sentir
Só não tenho medo de tentar
sábado, 17 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Amor e Poesia
Como pensar em poesia
Sem pensar em amor
É como apagar o sol do dia
E dele seu calor
Mas no amor não há só alegria
Há o espaço da tristeza
E nem por isso perde a magia
Nem por isso perde a beleza
Pode ser um momento
Uma pausa para pensar
E ajustar o sentimento
Que sofreu de tanto amar
E o que seria do amor
Sem a poesia
Como suportar a dor
Sem essa cega euforia
Sem essa voz inestimável
Que nem a força faz tremer
E torna insuportável
A permanência do sofrer
Sem pensar em amor
É como apagar o sol do dia
E dele seu calor
Mas no amor não há só alegria
Há o espaço da tristeza
E nem por isso perde a magia
Nem por isso perde a beleza
Pode ser um momento
Uma pausa para pensar
E ajustar o sentimento
Que sofreu de tanto amar
E o que seria do amor
Sem a poesia
Como suportar a dor
Sem essa cega euforia
Sem essa voz inestimável
Que nem a força faz tremer
E torna insuportável
A permanência do sofrer
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Acordei com uma vontade enorme
Vontade de não dormir
Nem sei como controlar
Essa sensação que me faz ruir
Sinto-me tão... pouco
Para o que quero ser
Como se ficasse rouco
Com tanto para dizer
As emoções posso vê-las
Não as consigo segurar
Tanto tempo para entendê-las
E me transformar
Tudo bem que sua passagem
Já me faz enxergar divergente
Aquela mesma imagem
De ontem... hoje... diferente
Vontade de não dormir
Nem sei como controlar
Essa sensação que me faz ruir
Sinto-me tão... pouco
Para o que quero ser
Como se ficasse rouco
Com tanto para dizer
As emoções posso vê-las
Não as consigo segurar
Tanto tempo para entendê-las
E me transformar
Tudo bem que sua passagem
Já me faz enxergar divergente
Aquela mesma imagem
De ontem... hoje... diferente
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Vejo o nada ouço as pessoas imóveis
Esperando que algo as movimente
Disfarçando para não serem surpreendidas
Por seus pensamentos insanos
Não se movem
Pois temem o silêncio
Podem ouvir sua voz sufocada
Pela falta de coragem
Ou excesso de medo
Um lamento quase mudo
Gritando com o que pode
E não pode nada... nada lhe é permitido
Mas também vejo a esperança
Nessas mesmas faces mortas
Vejo a luta pela liberdade
Através de olhares tristes
Mirando o longe... tentando escapar
A liberdade está perto... muito perto
É só voltar os olhos a si mesmo
Encontrar o que foi ignorado
Por não ser visto
Esperando que algo as movimente
Disfarçando para não serem surpreendidas
Por seus pensamentos insanos
Não se movem
Pois temem o silêncio
Podem ouvir sua voz sufocada
Pela falta de coragem
Ou excesso de medo
Um lamento quase mudo
Gritando com o que pode
E não pode nada... nada lhe é permitido
Mas também vejo a esperança
Nessas mesmas faces mortas
Vejo a luta pela liberdade
Através de olhares tristes
Mirando o longe... tentando escapar
A liberdade está perto... muito perto
É só voltar os olhos a si mesmo
Encontrar o que foi ignorado
Por não ser visto
terça-feira, 1 de novembro de 2011
De vez em quando
A esperança foge de mim
Então corro tanto
Com o amor que não tem fim
Até alcançá-la já cansada
Perdida em sonhos sem sentido
Quase derrotada
Com o espírito combalido
Não a deixo esmorecer
Por mais que tente se entregar
À derrota por não conhecer
Aquilo que só pode almejar
Mesmo se o chão não existir
Mostrando um caminho medonho
Estar vivo é não desistir
Buscar a realidade no sonho
A esperança foge de mim
Então corro tanto
Com o amor que não tem fim
Até alcançá-la já cansada
Perdida em sonhos sem sentido
Quase derrotada
Com o espírito combalido
Não a deixo esmorecer
Por mais que tente se entregar
À derrota por não conhecer
Aquilo que só pode almejar
Mesmo se o chão não existir
Mostrando um caminho medonho
Estar vivo é não desistir
Buscar a realidade no sonho
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Para onde olho procuro conexões
Permitindo a entrada
Das minhas emoções
Que carrego nessa jornada
Procuro olhares suplicantes
Transpirando paixão
Em busca extasiante
Sangrando sensação
Corro atrás de um porto inseguro
Desequilibrado de tanto sentimento
Para se unir ao meu sussuro
E naufragar num oceano de envolvimento
Permitindo a entrada
Das minhas emoções
Que carrego nessa jornada
Procuro olhares suplicantes
Transpirando paixão
Em busca extasiante
Sangrando sensação
Corro atrás de um porto inseguro
Desequilibrado de tanto sentimento
Para se unir ao meu sussuro
E naufragar num oceano de envolvimento
domingo, 30 de outubro de 2011
Se me poupar a vida
Não haverá tristeza
Ela caminha comigo
Mas há uma certeza
A esperança
Que em mim prevalece
Me traz confiança
E meu espírito fortalece
Sei disso pois amei
De um tamanho imensurável
Que não existe nenhuma lei
Com uma explicação razoável
E ainda amo
A vida principalmente
A oportunidade de tê-la
Sempre seguindo em frente
Essa companhia me habita
Faz parte de ser feliz
Quem a evita
Nunca chega à sua raiz
A convivência é um segredo
Para a tranquilidade e a beleza
Mesmo que traga medo
Por se chamar... tristeza
Não haverá tristeza
Ela caminha comigo
Mas há uma certeza
A esperança
Que em mim prevalece
Me traz confiança
E meu espírito fortalece
Sei disso pois amei
De um tamanho imensurável
Que não existe nenhuma lei
Com uma explicação razoável
E ainda amo
A vida principalmente
A oportunidade de tê-la
Sempre seguindo em frente
Essa companhia me habita
Faz parte de ser feliz
Quem a evita
Nunca chega à sua raiz
A convivência é um segredo
Para a tranquilidade e a beleza
Mesmo que traga medo
Por se chamar... tristeza
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Caminho estranho
Como se meus passos
Não medissem o tamanho
Dos planos que traço
Sinto-me excluído
Seguindo por uma linha
Tênue sem sentido
Pois segue sozinha
Não consigo enxergar
Por mais que me levante
Aonde vou chegar
Nesse passo constante
Só sei que não posso parar
Mesmo nesse frio...
... tenho que caminhar
Onde só vejo o vazio
Como se meus passos
Não medissem o tamanho
Dos planos que traço
Sinto-me excluído
Seguindo por uma linha
Tênue sem sentido
Pois segue sozinha
Não consigo enxergar
Por mais que me levante
Aonde vou chegar
Nesse passo constante
Só sei que não posso parar
Mesmo nesse frio...
... tenho que caminhar
Onde só vejo o vazio
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Amor não é equilíbrio
Amor não é conforto
É estar sempre pendendo
Para o lado torto...
... de carregar
O que o corpo não suporta
O peso de amar
Amar a alma torta
Retorcida de tanto sentimento
Girando em seu próprio ser
Deixando em algum momento
O amor morrer
Sufocado de querer
Em falsa esperança
No anseio de reviver
Em sua semelhança
Amor não é conforto
É estar sempre pendendo
Para o lado torto...
... de carregar
O que o corpo não suporta
O peso de amar
Amar a alma torta
Retorcida de tanto sentimento
Girando em seu próprio ser
Deixando em algum momento
O amor morrer
Sufocado de querer
Em falsa esperança
No anseio de reviver
Em sua semelhança
domingo, 2 de outubro de 2011
O vento também move a vida
De uma brisa constante
À uma rajada atrevida
Passando num instante
De uma brisa constante
À uma rajada atrevida
Passando num instante
E tudo corre freneticamente
Na mesma direção
Mesmo que seja diferente
Mesmo contra a intenção
Na mesma direção
Mesmo que seja diferente
Mesmo contra a intenção
Em revoluções opostas se chocam
Como um conflito de convicções
Mesclando as diferenças que provocam
Criando assim novas direções
Como um conflito de convicções
Mesclando as diferenças que provocam
Criando assim novas direções
Então o vento cria
A esperança do seu movimento
Gerando com sua energia
Outra visão outro sentimento
A esperança do seu movimento
Gerando com sua energia
Outra visão outro sentimento
Depois passa sem olhar para trás
Sem saber se o que deixou
É o que lhe satisfaz
Pois seu destino se transformou
Sem saber se o que deixou
É o que lhe satisfaz
Pois seu destino se transformou
sábado, 1 de outubro de 2011
Uma maneira de ver o mundo
É assim que enxergo a poesia
Depende do dia e quão profundo
A visão pode ser triste ou de alegria
Mas de uma coisa tenho certeza
Nunca é somente o que parece
Vem incutida de sentimento e beleza
E até a dureza enternece
Então no intuito de unir
As palavras como elas permitem
Falo para quem possa ouvir
As sensações que transmitem
É assim que enxergo a poesia
Depende do dia e quão profundo
A visão pode ser triste ou de alegria
Mas de uma coisa tenho certeza
Nunca é somente o que parece
Vem incutida de sentimento e beleza
E até a dureza enternece
Então no intuito de unir
As palavras como elas permitem
Falo para quem possa ouvir
As sensações que transmitem
domingo, 25 de setembro de 2011
Quem na vida perdeu um amor
Nunca será totalmente feliz
Não é que viverá na dor
Mas fica uma cicatriz
Só para lembrar que a delicadeza
É uma tênue barreira que separa
A indiferença da beleza
E faz do amar uma experiência rara
A felicidade é também
Saber o que é ser triste
E vai muito além
De sorrir quando o oposto insiste
Nunca será totalmente feliz
Não é que viverá na dor
Mas fica uma cicatriz
Só para lembrar que a delicadeza
É uma tênue barreira que separa
A indiferença da beleza
E faz do amar uma experiência rara
A felicidade é também
Saber o que é ser triste
E vai muito além
De sorrir quando o oposto insiste
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Sem saber o que virá
Somos aquilo que podemos ser
Não dá para adivinhar
Mas sim escolher
O caminho está aberto
E não há indicação
Só chegaremos perto
Seguindo o coração
Ele tem a passagem
Que nos permite o acesso
Possibilitando a viagem
Sem chance de regresso
Por mais que tentemos
Voltar ao ponto inicial
A visão que veremos
Nunca será igual
Somos aquilo que podemos ser
Não dá para adivinhar
Mas sim escolher
O caminho está aberto
E não há indicação
Só chegaremos perto
Seguindo o coração
Ele tem a passagem
Que nos permite o acesso
Possibilitando a viagem
Sem chance de regresso
Por mais que tentemos
Voltar ao ponto inicial
A visão que veremos
Nunca será igual
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O que é a vida
A beleza, a paixão, a doçura
A ternura, a amizade, a singeleza
A sabedoria, o amor, a emoção, a sensação
O pensar, o falar, o olhar
O calar, o sonhar, o realizar
O amar, o esperar, o cultivar
O compartilhar, o doar, o acalmar
Podemos fazer um caminho
Passando por todas e mais paradas
E a cada uma crescendo
Com um pouco de tudo
A beleza, a paixão, a doçura
A ternura, a amizade, a singeleza
A sabedoria, o amor, a emoção, a sensação
O pensar, o falar, o olhar
O calar, o sonhar, o realizar
O amar, o esperar, o cultivar
O compartilhar, o doar, o acalmar
Podemos fazer um caminho
Passando por todas e mais paradas
E a cada uma crescendo
Com um pouco de tudo
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
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