Sou afligido por um calor constante
Pois não sinto o vento
Insiste em ficar distante
Aprisionado pelo tempo
Não enxerga regra...
... numa rajada, está longe
Na outra, me pega
E nada mais responde
A razão, os sentidos
A consciência
As palavras os ouvidos
A inteligência
O cognitivo se disfarça
Por medo de ser tomado
E então rechaça
Mesmo sendo clamado
Vai e vem... o vento
Num balé angustiante
Quero estar ao relento
Quando passar galopante
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário