Para onde olho procuro conexões
Permitindo a entrada
Das minhas emoções
Que carrego nessa jornada
Procuro olhares suplicantes
Transpirando paixão
Em busca extasiante
Sangrando sensação
Corro atrás de um porto inseguro
Desequilibrado de tanto sentimento
Para se unir ao meu sussuro
E naufragar num oceano de envolvimento
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Se me poupar a vida
Não haverá tristeza
Ela caminha comigo
Mas há uma certeza
A esperança
Que em mim prevalece
Me traz confiança
E meu espírito fortalece
Sei disso pois amei
De um tamanho imensurável
Que não existe nenhuma lei
Com uma explicação razoável
E ainda amo
A vida principalmente
A oportunidade de tê-la
Sempre seguindo em frente
Essa companhia me habita
Faz parte de ser feliz
Quem a evita
Nunca chega à sua raiz
A convivência é um segredo
Para a tranquilidade e a beleza
Mesmo que traga medo
Por se chamar... tristeza
Não haverá tristeza
Ela caminha comigo
Mas há uma certeza
A esperança
Que em mim prevalece
Me traz confiança
E meu espírito fortalece
Sei disso pois amei
De um tamanho imensurável
Que não existe nenhuma lei
Com uma explicação razoável
E ainda amo
A vida principalmente
A oportunidade de tê-la
Sempre seguindo em frente
Essa companhia me habita
Faz parte de ser feliz
Quem a evita
Nunca chega à sua raiz
A convivência é um segredo
Para a tranquilidade e a beleza
Mesmo que traga medo
Por se chamar... tristeza
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Caminho estranho
Como se meus passos
Não medissem o tamanho
Dos planos que traço
Sinto-me excluído
Seguindo por uma linha
Tênue sem sentido
Pois segue sozinha
Não consigo enxergar
Por mais que me levante
Aonde vou chegar
Nesse passo constante
Só sei que não posso parar
Mesmo nesse frio...
... tenho que caminhar
Onde só vejo o vazio
Como se meus passos
Não medissem o tamanho
Dos planos que traço
Sinto-me excluído
Seguindo por uma linha
Tênue sem sentido
Pois segue sozinha
Não consigo enxergar
Por mais que me levante
Aonde vou chegar
Nesse passo constante
Só sei que não posso parar
Mesmo nesse frio...
... tenho que caminhar
Onde só vejo o vazio
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Amor não é equilíbrio
Amor não é conforto
É estar sempre pendendo
Para o lado torto...
... de carregar
O que o corpo não suporta
O peso de amar
Amar a alma torta
Retorcida de tanto sentimento
Girando em seu próprio ser
Deixando em algum momento
O amor morrer
Sufocado de querer
Em falsa esperança
No anseio de reviver
Em sua semelhança
Amor não é conforto
É estar sempre pendendo
Para o lado torto...
... de carregar
O que o corpo não suporta
O peso de amar
Amar a alma torta
Retorcida de tanto sentimento
Girando em seu próprio ser
Deixando em algum momento
O amor morrer
Sufocado de querer
Em falsa esperança
No anseio de reviver
Em sua semelhança
domingo, 2 de outubro de 2011
O vento também move a vida
De uma brisa constante
À uma rajada atrevida
Passando num instante
De uma brisa constante
À uma rajada atrevida
Passando num instante
E tudo corre freneticamente
Na mesma direção
Mesmo que seja diferente
Mesmo contra a intenção
Na mesma direção
Mesmo que seja diferente
Mesmo contra a intenção
Em revoluções opostas se chocam
Como um conflito de convicções
Mesclando as diferenças que provocam
Criando assim novas direções
Como um conflito de convicções
Mesclando as diferenças que provocam
Criando assim novas direções
Então o vento cria
A esperança do seu movimento
Gerando com sua energia
Outra visão outro sentimento
A esperança do seu movimento
Gerando com sua energia
Outra visão outro sentimento
Depois passa sem olhar para trás
Sem saber se o que deixou
É o que lhe satisfaz
Pois seu destino se transformou
Sem saber se o que deixou
É o que lhe satisfaz
Pois seu destino se transformou
sábado, 1 de outubro de 2011
Uma maneira de ver o mundo
É assim que enxergo a poesia
Depende do dia e quão profundo
A visão pode ser triste ou de alegria
Mas de uma coisa tenho certeza
Nunca é somente o que parece
Vem incutida de sentimento e beleza
E até a dureza enternece
Então no intuito de unir
As palavras como elas permitem
Falo para quem possa ouvir
As sensações que transmitem
É assim que enxergo a poesia
Depende do dia e quão profundo
A visão pode ser triste ou de alegria
Mas de uma coisa tenho certeza
Nunca é somente o que parece
Vem incutida de sentimento e beleza
E até a dureza enternece
Então no intuito de unir
As palavras como elas permitem
Falo para quem possa ouvir
As sensações que transmitem
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